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AQUI NÃO DÁ
Talis Andrade


07/11/2007 12:23
Executivos de bancos suíços comandam tráfico

A Polícia Federal prendeu ontem uma quadrilha chefiada por executivos de três dos mais famosos bancos suíços sob acusação de terem feito remessas ilegais de dólares a partir do Brasil. A sonegação de impostos nas remessas pode ultrapassar R$ 1 bilhão, segundo avaliação dos policiais.

A Justiça soltará todos os quadrilheiros. Nenhuma alma sebosa que saqueia o Brasil fica presa, quando representa o capital da globalização.

Os bandidos guardavem dinheiro em casa. Altos executivos e doleiros não confiam em dinheiro depositado em banco no Brasil. Inclusive para não pagarem o CPMF, o único imposto dos ricos. O imposto que revela os nomes dos corruptos e corruptores. O imposto "vitrine", chamou Josias de Souza.

A PF apreendeu entre US$ 600 mil e US$ 700 mil. Também foram bloqueados cerca de R$ 2 milhões em contas de executivos e supostos doleiros. A operação atingiu São Paulo, Rio, Bahia e Amazonas.

A Folha diz que prenderam três. Apenas dois traficantes de moedas foram presos:

PF prende executivos de 3 bancos suíços
Os executivos de bancos suíços presos são o suíço Luc Marc de Pensas, do UBS, Magda Maria Malvão Portugal, do AIG Private Bank, e Reto Buzzi do Clariden. O executivo suíço Marc Henry Dizerens, também do UBS, está foragido na Suíça, de acordo com a PF >>>

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07/11/2007 12:55
Record desmente o ministro da Saúde

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, reconheceu que o Brasil vive uma epidemia de dengue e classificou a situação como “injustificável”. No país, foram registrados cerca de 480 mil casos da doença em 2007, praticamente 50% maior que o mesmo período do ano passado.

No lançamento da campanha nacional de mobilização contra a Dengue na capital mineira, o ministro também reclamou da deficência no atendimento da dengue hemorrágica. Foram 121 mortes em decorrência da doença registradas neste ano >>>

Ontem, um mês depois da declaração do ministro, a Tv Record, bem informada, revela:
Dengue matou apenas 98 pessoas >>>

A Record informa errado sobre o combate do mosquito transmissor da doença, encontradiço em Sampa nos lixões dos terrenos baldios, piscinões, nas poças de lama e mataria das ruas terraplenadas das favelas, nos casarios fechados da especulação imobiliária, nos casebres sem água encanada.

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06/11/2007 14:02
Imprensa brasileira censurada

As universidades brasileiras foram ocupadas pelos estundantes. Nenhuma notícia na imprensa. Neca. Por quê?

O jornalista brasileiro, com medo de perder o emprego temporário, fica caladinho. Um jornalista brasileiro vale por três macaquinhos. Não vê. Não escuta. Não fala.

Os estudantes repudiam a ditadura do REUNI >>>

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06/11/2007 14:19
Carcinicultura destrói os manguezais

A carcinicultura predatora vem sendo financiada pelo Banco do Nordeste do Brasil. Veja vídeo da degradação do meio-ambiente >>>

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06/11/2007 01:32
Se não fosse o exibicionismo da ministra
Cunha Lima seria julgado ontem

Por Helio Fernandes

Conforme revelei com exclusividade, na quinta-feira e ontem, o Supremo julgaria em sessão extraordinária o ex-governador, ex-senador e deputado Cunha Lima, que matou um adversário político.
Esse fato ocorreu em 5 de novembro de 1993, portanto completava ontem 14 anos. Informei que o ministro-relator, Joaquim Barbosa, levantaria questão de ordem, considerando que a renúncia do deputado não fora um ato de direito e sim fraude e fuga.

A argumentação brilhantíssima de Joaquim Barbosa convenceu os ministros Peluzzo, Ayres Britto e Eros Grau. Concordaram que depois de 14 anos a renúncia, 4 ou 5 dias antes do julgamento, não encerrava o assunto. Peluzzo não deixou dúvidas.
A ministra Carmem Lucia, depois de informar que já havia precedente contra a renúncia (e que ela participara do fato, na OAB), surpreendentemente pediu vista.

Se não fosse o exibicionismo da ministra, Cunha Lima seria julgado ontem (já tinha 4 votos contra) e condenado, é réu confesso.

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06/11/2007 01:47
Clodovil
Por Sebastião Nery

E essa história aqui não chega a ser nem um lambarizinho. É só uma piabinha. Numa estranha contribuição à campanha contra o maldito fumo, que mata mais do que Bush, o grande assassino, no Iraque, o deputado Clodovil (PTC-SP), do alto de seu meio milhão de votos e tanto mais inteligente quanto mais excêntrico, quer defumar as armas da República, que, como sabemos, tem dois ramos: um de café e outro de fumo.

Em tempos de glória para a cana, o álcool, o etanol, Clodovil apresentou projeto à Câmara substituindo o ramo de fumo por uma palha de cana. Se a moda pega, o Clodovil vai também querer trocar o ramo de café por uma flor de laranjeira. Menos excitante e mais perfumada.

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Nery não disse. Mas fico cá imaginando se Clodovil já descascou um rolo de cana. Não é a mesma coisa que descascar uma banana.
Chupar é fácil. Clodovil deve conhecer a doçura.

Mas cortar a cana é um trabalho desumano. Na Roma Antiga, uma tarefa destinada aos condenados e, na colonização do Novo Mundo, aos escravos, que tinham uma média de vida de dez anos.

Hoje, com todas as tentativas de humanização do vil emprego, com a medicina de vanguarda, modernas leis trabalhistas, a média de vida passou para quinze anos.

Clodovil quis apenas babar o presidente Lula que oferece milhões de empregos temporários nos canaviais, transformando o Brasil em um imenso latifúndio das multinacionais.

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05/11/2007 10:35
PetroChina torna-se maior cotada do mundo em capitalização

A petrolífera chinesa PetroChina tornou-se hoje a maior empresa do mundo em valor de mercado, ao ver o valor das suas acções disparar 191% na sua estreia na bolsa de Xangai, capital económica chinesa.

A petrolífera ultrapassa assim o gigante petrolífero ExxonMobil, dos Estados Unidos no primeiro dia na praça de Xangai - já se encontra cotada em Hong Kong e Nova Iorque - depois da maior oferta pública inicial de sempre na China >>>

Feito possível depois que a China se transformou em uma potência atômica. Primeiro passo para um país não pertencer ao eixo do mal. Livre da cobiça, isto é, de qualquer ameaça de invasão.

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05/11/2007 10:15
Brasil terra sem justiça
Assédio sexual continua liberado

Acontecia adoidado sexo sado nas sessões de tortura cívica nos porões da ditadura militar de 64. Acontece nas visitas aos presos do nosso medieval sistema carcerário. Nos empregos temporários (todo emprego no Brasil é temporário, o que facilita todo tipo de sujeição do empregado). Até nas redações dos jornalões temos casos de assédio. E fora das redações... os repórteres e as repórteres são cantadas pelas altas fontes...

Taí isso jamais aconteceria no Brasil:
Un ex agente de la Patrulla Fronteriza en el sector de El Paso, Pablo Rosario, fue sentenciado el pasado 2 de noviembre por una Corte Federal a 24 meses de prisión por violar los derechos civiles de dos indocumentadas, dio a conocer el Departamento de Justicia estadounidense. Además, una vez cumplida su sentencia, Rosario tendrá un año de supervisión federal.

En comunicado de prensa, el Departamento de Justicia establece que Rosario se declaró culpable de acariciar los pechos y genitales de dos indocumentadas al momento que les realizaba la inspección después de ser aprehendidas
>>>

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05/11/2007 11:10
Quando a imprensa defende o pobre viva com dignidade

Gosto do jornalismo oposicionista porque denuncia as misérias terceiromundistas. La Razón, da Bolívia, defende o ideário dos esquerdistas brasileiros na clandestinidade das décadas de 60 e 70 do século passado:

“Queremos que se pague la renta y marcharemos por eso", publica La Razón, apoiando a passeata dos "ancianos de Santa Cruz hoy en la defensa de la renta Dignidad, el bono mensual", que deverá ser pago pelo governo >>>

Cá, no Brasil, ex-terra de índio, as revistas de papel cuchê e os jornalões são contra o salário cidadania. Contra, inclusive, à miserável bolsa família, para a viração de zerar a fome com menos de 60 dólares/mês.

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05/11/2007 10:00
O Supremo hoje pode fazer História
Condenando Cunha Lima, renunciante de má fé

Por Helio Fernandes

Não deixem de assistir hoje, na TV Justiça, ao julgamento do ex-privilegiado Cunha Lima. Renunciou como fuga, pode não valer.

Hoje, segunda, o Supremo poderia desconsiderar ou não aceitar a renúncia do ex-governador e deputado Cunha Lima e julgá-lo, como estava previsto e decidido.

Dois juristas de SP e um jornalista importante de Brasília, me contestaram, embora pedissem sigilo. Por que o pedido? Tenho que respeitar, lógico mas não entendendo a razão. Os três, sem combinarem ou conversarem, afirmaram: "A RENÚNCIA é um ato de vontade unilateral, tem que ser aceita".

Isso é óbvio, não é a primeira vez que é colocada e discutida. Mas no caso Cunha Lima, tem uma agravante "mau caráter" que o Supremo pode levar em consideração sem ofender o princípio-convicção: a RENÚNCIA é ato legítimo e não discutível de todo e qualquer cidadão. Não é bem assim.

Como está para sempre registrado na História do Brasil, o presidente Jânio Quadros RENUNCIOU em agosto de 1961. Assinou o documento, entregou ao ministro da Justiça, que levou-o ao presidente do Senado, Auro Moura Andrade. Este imediatamente examinou o documento, aceitou-o, comunicou ao vice Ranieri Mazzili que era o presidente. Que assumiu logo.

Era uma jogada com início, meio e fim, só que o roteiro deu errado. Os 3 ministros militares, frustrados, e vendo que Jânio "não voltaria nos braços do povo", interpretaram a Constituição e o vernáculo, decidiram: "Renúncia pode ser desfeita".

Moura Andrade, que entre os seus defeitos não tinha o da covardia, e "sentindo" que os militares não estavam unidos, (o que se confirmou) recebeu os ministros a pedido deles, e teve oportunidade de fazer uma frase de 4 palavras, irretocável e irrefutável: "JAPONA NÃO É TOGA".

Oficialmente Jânio queria mesmo a RENÚNCIA, que é o que valia. Mas só na aparência. Agora, no caso Cunha Lima, a essa renúncia são acrescentadas duas palavras, rigorosamente legais e constitucionais: MÁ FÉ. Por que o ex-cidadão que tinha foro privilegiado até quinta-feira, esperou 11 ou 12 anos para desistir desse foro p-r-i-v-i-l-e-g-i-a-d-o? Elementar.

Com julgamento marcado para hoje, Cunha Lima RENUNCIOU 72 horas antes, pensando(?) que com isso enganaria a Justiça, continuaria em liberdade, ludibriaria o cidadão-contribuinte-eleitor. Só que assim como no Código Penal existe o "litigante de má fé", existe também o RENUNCIANTE de MÁ FÉ. É o próprio Cunha Lima.

Como eu disse no sábado, o Supremo está revoltado. E o relator, Joaquim Barbosa, disposto a não compactuar com esse ato hipócrita e comprometido. Como relator, vai levantar questão de ordem, considerando que a renúncia foi um ato deliberado contra o próprio Supremo, e portanto de MÁ FÉ.

PS - Lógico, vai depender do voto dos outros ministros. Mas os juristas de SP e o jornalista de Brasília, podiam se identificar. Eu sei que defender Cunha Lima, é reprovável e impopular.

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04/11/2007 11:02
Os lixeiros do Congresso

Sempre salientei que o Congresso não é mais o terceiro poder. Desde primeiro de abril de 1964.

Continua um simulacro. Não legisla. Apenas efetiva medidas provisórias do executivo, sendo as MPs eufeumismo para atos institucionais.

Deputados e senadores simulam ações, fantasiam o exercício de uma república democrática, de uma representação popular sem referendos, sem plebiscitos.
As audiências públicas constituem uma dissimulação de que o povo participa das decisões legislativas.

A pauta do Congresso, nos três dias úteis da semana, restringe-se a uma varredura para a aprovação de MPs.
Eis a trabalheira dos deputados esta semana >>>

Para votar "dezenas de pedidos do governo por créditos extraordinários", os senadores talvez antecipem o começo da semana para esta terça-feira >>>

Publica a revista Istoé:
Na segunda-feira 29, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou a sua Medida Provisória de número 400 (...). A marca lhe confere o ritmo de nada menos que uma medida provisória a cada quatro dias.
Nos últimos cinco anos, desde o início do primeiro mandato do atual presidente, cerca de 80% de tudo o que é aprovado pela Câmara ou pelo Senado é de iniciativa do Poder Executivo, seja MP, seja projeto de lei.
“O maior legislador do Brasil é o presidente da República, e o Supremo Tribunal Federal trabalha de forma acelerada para se tornar o segundo”, comenta o deputado Alceni Guerra (DEM-PR) >>>


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02/11/2007 10:55
Vamos ler
Por Woden Madruga

Ivoncísio de Medeiros sopra no búzio anunciando que o saite www.dominiopublico.gov.br, do Ministério da Educação, oferece, gratuitamente, a leitura dos maiores clássicos da literatura universal. De Machado de Assis a Dante com a Divina Comédia. Só de literatura portuguesa o cara vai encontrar 732 obras para ler na sombra. Tem também em MP3 e telas, por exemplo, de Leonardo da Vinci.

Tem que acessar o saite para que o projeto não seja desativado. Vamos lá, gente., enquanto a Copa não chega >>>

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02/11/2007 11:53
Cunha Lima
Por Helio Fernandes

Depois de 13 anos, trocou a Justiça privilegiada pela vala comum da qual todos fogem. Foi tática ou medo?

Está valendo tudo na política brasileira. Em matéria de corrupção financeira, corrupção ética, corrupção desprezo pelas Instituições. Cunha Lima, ex-governador e ex-senador pela Paraíba, agora deputado, há 12 anos é acusado de homicídio, preso em flagrante. Vinha sendo julgado no Supremo por causa do foro privilegiado. Como seu julgamento finalmente foi marcado para segunda-feira, mudou de tática.
Renunciou, não é mais deputado, ficou sem mandato mas sem processo. Agora tudo tem que ser refeito desde 1993, ele solto.

Mas Cunha Lima pode ter uma surpresa. Ontem, em círculos muito ligados ao Supremo, se dizia: "O processo está na fase final, quem se beneficiou o tempo todo não pode renunciar, acumulando mais benefícios".

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02/11/2007 11:57
Dois brasileiros, CIA e droga
Por Claudio Humberto

Os empresários João Luiz Malagó, de São Paulo, e Eduardo Guimarães, de Goiás, protagonizam uma trama cinematográfica envolvendo os governos dos Estados Unidos e do México: eles seriam “fachada” da empresa Donna Blue Aircraft, na Flórida, dona do luxuoso jato Gulfstream II, que foi interceptado com 3,5 toneladas de cocaína, mês passado, na península mexicana de Yucatán. O piloto mexicano está preso.

Jato vendido

João Luiz Malagó diz que vendeu o avião dias antes para dois pilotos americanos por US$ 2 milhões cash, lucrando pouco mais de US$ 100 mil.

CIA na jogada

Os dois americanos que compraram o avião trabalhariam para a CIA, no transporte de prisioneiros para a base de Guantánamo, em Cuba.

Silêncio oficial

João Luiz Malagó disse à coluna que foi investigado pelo FBI e pela agência antidrogas, o DEA. Ambas, assim como a CIA, ainda não se manifestaram.

Pouso no Rio

O jornal cubano Granma afirma que o jato, de prefixo americano, faz “vôos ilegais de presos seqüestrados pela CIA”. O avião esteve no Rio, em 2005.

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02/11/2007 12:28
LA MANO DE LA CIA
Un avión vinculado a la CIA estalló cerca de Cancún cargado de seis toneladas de droga

Una barrera de silencio rodea el caso del ‘Jet de la CIA’
Órganos de prensa de Cancún y de Miami reportan cómo el lujoso Gulf Stream II fue comprado en agosto último a una firma de Nueva York, propiedad de un tal William Achenbaum, por una firma de la Florida llamada Donna Blue Aircraft, en mano de dos brasileños, Joao Luiz Malago y Eduardo Dias Guimaraes.

Empleados de Achenbaum se negaron a contestar preguntas. Malago y Dias Guimaraes afirmaron haber vendido el aparato el 16 de septiembre a dos pilotos de la Florida, Clyde O'Connor, y Greg Smith quienes les pagaron, no se sabe de qué forma, dos millones de dólares cash.

La Federal Aviation Administration afirma ahora que nunca fue informada de la venta y que, en consecuencia, nunca emitió certificado alguno. En la empresa de O’Connor, Execstar Aviation de Fort Lauderdale , no se contesta al teléfono, afirma la prensa miamense. Por Jean Guy Allard >>>

Órganos de prensa de Cancún y de Miami reportan cómo el lujoso Gulf Stream II fue comprado en agosto último a una firma de Nueva York, propiedad de un tal William Achenbaum, por una firma de la Florida llamada Donna Blue Aircraft, en mano de dos brasileños, Joao Luiz Malago y Eduardo Dias Guimaraes >>>

Não é possível entender por que as tropas de elite apenas procuram traficantes pedrestes. Nos morros do Rio. Nas favelas de Regina Casé.

Uma caçada que termina em chacinas. Nunca conseguem encontrar dinheiro. Nunca.

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